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Bolsonaro não apresenta novidades em seus discursos, afirma historiadora


Reflexões de Fátima Almeida

Bolsonaro falou coisas pertinentes como a pesquisa no Brasil sem liberdade e sem verbas, donde essa defasagem que dura 500 anos. Vai colocar no ministério gente da área e não indicado político.

Sobre o sistema de cotas questionou o fato de alguém conseguir vagas pela cor da pele, o que gera um bom debate, e que na educação tem que inverter a pirâmide ou seja, reforçar o ensino fundamental porque aí reside, de fato, a razão das desigualdades que faz uma minoria ter curso superior. Sobre o kit não à homofobia tem certa razão, fabricaram primeiro pra depois pedir aprovação ao Congresso quando o racismo e a homofobia têm que ser trabalhados com os pais e não com as crianças.



Muitas coisas eu queria saber mas os jornalistas queriam rememorar as tiradas dele, famosas. Por que não fez nada pelo Rio sendo deputado 4 vezes, foi muita apelação.

É o mesmo que responsabilizar Jorge Vianna pelos homicídios diários neste Estado. Se ele se acha semelhante à Trump..nem acreditei em perguntas tão sem utilidade.

E aquela sobre resolver os problemas saúde diminuindo a carga tributária que aliás é o maior clamor desse país..ele respondeu o que todo mundo sabe, não falta dinheiro pra Saúde, o que sobra é má gestão e roubalheira sem fim, toda parte.

É óbvio que Bolsonaro é um cidadão comum, um capitão que defende as forças armadas e que não passou por Harvard nem pela Sorbonne.

O que ressalta, até o momento, pois não vi ainda Ciro, Alckmin nem Marina, é que Bolsonaro está com tantos eleitores justo porque ocupa um dos polos, estando o PT no outro, já que Ciro namora as esquerdas e Marina não é o tipo contundente, vivendo o Brasil atual o maior fenômeno de polarização de toda sua história.


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