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Oficinas de música para surdos

O Grupo Tambor de Fulô traz, para Rio Branco, o projeto “Som da Pele – Uma Experiência Musical que Ultrapassa os Limites do Som”. O trabalho é realizado pelo percussionista Griô Irton Silva, que faz um trabalho de percussão com surdos. As oficinas acontecerão de 9 a 12 de novembro, manhã ou tarde.
As atividades serão encerradas com apresentações nos dias 13, às 9h no Centro Cultural Thaumaturgo, às 15h na Escola Luiz de Carvalho Fontenelle e no dia 14, às 18h na Praça da Biblioteca Pública.
A ideia é ensinar música para os surdos através de dinâmicas, promovendo acima de tudo inclusão e integração social. A prática musical ajuda a desenvolver a coordenação motora, a percepção, estimula do raciocínio e a memória.
O projeto, que acontece em parceria com a Associação de Surdos do Acre (ASSACRE) foi aprovado no Fundo Municipal de Cultura (FGB) da Prefeitura de Rio Branco. Informações pelo e-mail: [email protected]

O projeto Som da Pele
A música sentida em luzes e vibrações. A melodia indicada por lâmpadas e alfabetos visuais-musicais. Com uma metodologia inovadora, o músico-educador Irton Silva (conhecido como Batman Griô) – idealizador do projeto “Som da Pele” – reuniu jovens surdos de Pernambuco para experimentarem a música popular brasileira de maneira nada convencional. Maracatu de baque-virado, ciranda, frevo, samba, etc., são tocados e sentidos pelo grupo, que ganhou o nome de Batuqueiros do Silêncio. “(…) Com o auxílio do metrônomo visual, equipamento inédito e inovador desenvolvido pelo educador Batman, que utiliza um sequenciador eletrônico e uma combinação de lâmpadas – de cores e tamanhos variados – que representam não só a estrutura de um compasso musical como também faz a descrição visual das frases rítmicas dos ritmos tradicionais e contemporâneos” (retirado do release do Batuqueiros do Silêncio), os participantes surdos encontram novas formas de vivenciarem e produzirem música. “Uma experiência musical que ultrapassa os limites do som”.

Tambor de Fulo
Surgido da iniciativa da percussionista e pesquisadora da cultura popular Marilua Azevedo, que iniciou em março de 2013 um projeto de oficinas de percussão abertas à comunidade, o Grupo Tambor de Fulô e Seus Cravos logo demonstrou o potencial para seu desdobramento em uma série de ações de significativa relevância no panorama sociocultural acreano. O Grupo conta com 10 integrantes permanentes mantendo sempre o seu trabalho em sensibilizar através da música e das danças populares através de ensaios abertos nas comunidades e praças. O grupo já realizou mais de 60 apresentações públicas, mobilizando cerca de 5.000 espectadores e firmando-se como uma importante iniciativa cultural do Estado de Acre.

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