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Alan Rick cobra resposta de autoridades sobre constantes apagões no Acre

alan-300x199Preocupado com os constantes apagões ocorridos no Acre, o deputado federal Alan Rick (PRB) já solicitou audiência com o Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, e com o diretor-presidente da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), Nelson Hubner. As interrupções de energia elétrica têm causado prejuízos materiais e morais para os acreanos.

“Tenho alertado sobre os sérios problemas no fornecimento de energia elétrica para o Estado do Acre há muito tempo. Tanto é que em junho realizamos audiência pública na Câmara dos Deputados onde participaram o diretor-presidente da Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre) na época, representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e do Ministério de Minas e Energia”, explica Alan, que na ocasião cobrou ações efetivas para a melhoria do fornecimento de energia.

As interrupções de energia elétrica que vem ocorrendo no Acre tem gerado uma crise sem precedentes, com prejuízos incalculáveis em todo o Estado. Diante disso, o parlamentar pontuou ações mais práticas e efetivas.

“Cobrei também que a Eletroacre proceda os ressarcimentos aos consumidores lesados pela perda de produtos perecíveis ou queima de equipamentos. E sabemos que muitos consumidores desistem de requerer ressarcimento por conta da burocracia da empresa. Isso não pode mais acontecer”.

Em menos de dois meses já foram cinco apagões de energia. O último, neste domingo, durou aproximadamente três horas e afetou todas as localidades ligadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN), como Acrelândia, Brasileia, Bujari, Capixaba, Epitaciolândia, Plácido de Castro, Porto Acre, Sena Madureira, Senador Guiomard, além da capital, Rio Branco.

“Os prejuízos contabilizados por comerciantes e que já tomei conhecimento foram grandes. Na zona rural de Brasiléia, no Polo Wilson Pinheiro, as granjas de 80 produtores integrados à Associação dos Criadores de Aves tiveram um prejuízo de cerca de R$ 90 mil, com a morte de 9 mil frangos. Além disso, proprietários de restaurantes, padarias, sorveterias e outros comércios que dependem diretamente do fornecimento de energia para armazenar e fabricar seus produtos relataram perdas”, finaliza Alan.

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